Bolsonaro fará pronunciamento para pedir volta ao trabalho - Conecta Paraíba

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sexta-feira, 15 de maio de 2020

Bolsonaro fará pronunciamento para pedir volta ao trabalho

Segundo o presidente, gravação vai ao ar na noite de sábado (16/5). Texto foi elaborado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes

Na avaliação do mandatário brasileiro, a mensagem oficial é necessária porque “nós temos que ter mais do que comercial de esperança, transmitir a confiança" - Foto: reprodução

O presidente Jair Bolsonaro anunciou que fará um novo pronunciamento oficial na noite deste sábado (16/5), e na mensagem a ser transmitida nas cadeias de rádio e televisão ele deve pregar a volta ao trabalho, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus que já matou aproximadamente 14 mil pessoas no país.


Durante videoconferência com empresários na manhã de quinta-feira (14/5), Bolsonaro confirmou que faria o pronunciamento. Na avaliação do mandatário brasileiro, a mensagem oficial é necessária porque “nós temos que ter mais do que comercial de esperança, transmitir a confiança".


O chefe do Palácio do Planalto comentou que o texto do discurso foi elaborado em conjunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes. "Pedi ao Paulo Guedes que já comece a revisar o que eu vou falar para gente dar mensagem logicamente objetiva, voltada para a vida, voltada para a economia, para nós sairmos da situação em que nos encontramos", disse Bolsonaro aos empresários.


Na reunião virtual, promovida pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e que contou com a participação de cerca de 50 empresários, Bolsonaro apelou ao setor para “jogar pesado” contra os governadores que têm adotado medidas de isolamento social mais rígidas para tentar conter a proliferação da covid-19 no Brasil.


Bolsonaro chegou a equiparar o momento do país a uma “guerra” e reclamou que governantes estejam “tentando quebrar a economia, para atingir o governo”. Enfaticamente, o presidente pregou que “nós devemos buscar cada vez mais rápido abrir o mercado” e voltou a defender que vida e desemprego são assuntos “que deviam ser tratados da mesma forma, com a mesma responsabilidade”.


Correio Braziliense

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