Após largar cocaína, cigarro e álcool, Dinho Ouro Preto se livra da última dependência que ainda tinha, ao se curar da covid-19: 'estou limpo' - Conecta Paraíba

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terça-feira, 26 de maio de 2020

Após largar cocaína, cigarro e álcool, Dinho Ouro Preto se livra da última dependência que ainda tinha, ao se curar da covid-19: 'estou limpo'

O músico revela ter abandonado seu último vício depois de superar a doença

Dinho Outro Preto diz que agora está "limpo" - Foto: reprodução/ instragram

Dinho Ouro Preto foi um dos primeiros famosos a ser diagnosticado com a Covid-19. Hoje recuperado, o vocalista do Capital Inicial, de 56 anos, diz viver um novo momento da vida, "limpo", como ele mesmo diz. O músico revela ter abandonado seu último vício depois de superar a doença.


"Deixei para trás a cocaína há quinze anos, parei com o cigarro há dez e estou sem beber há três. E sabe o que mais? Vai parecer maluquice, mas estou há três semanas sem tomar Rivotril. Um hábito horrível que adquiri durante as rotinas insanas de viagens sem dormir. A Covid-19 me ajudou nisso: só consegui me livrar quando parei minha rotina totalmente. Era a última substância que eu precisava largar. Agora posso dizer que estou limpo", diz Dinho em depoimento à "Veja".


Dinho Ouro Preto relata também quais foram os sintomas enquanto esteve doente. "Parece um afogamento seco", resume ele. Apesar de estar em forma ("Corro todos os dias"), ele temeu por complicações:


"O ciclo do vírus no meu corpo foi de 28 dias ininterruptos de febre. Começava em torno das 18 horas. Eu tomava um comprimido de analgésico e desmaiava. No meio da madrugada, o efeito passava, a febre voltava, eu tomava outro comprimido e tornava a dormir. Acordava pela manhã com o corpo dolorido, sem vontade de sair da cama. Ficava assim até o ciclo se reiniciar mais uma vez. Eu me sentia um mero espectador da batalha que meu organismo travava contra o vírus. Sem poder fazer nada, apenas torcia para que minhas defesas fossem fortes o suficiente para matar o vírus.. No nono dia, clímax da doença, temi por complicações. Comecei a ter falta de ar, uma sensação de estar me sufocando. Você tenta sugar o ar, mas ele não chega a seus órgãos. Parece um afogamento seco. Felizmente, tão rápido quanto apareceu, a infecção saiu do meu corpo. Só fiquei totalmente rouco por um bom tempo. Demorei mais de um mês para conseguir cantar".


De todas as doença que teve, o roqueiro diz que a Covid-19 foi a pior. Ele já teve gripe suína e dengue: "Nada se compara ao que senti nas semanas em que estive doente. Nunca peguei algo tão forte como esse vírus".


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