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quarta-feira, 11 de março de 2020

Afiliada da Record demite quatro jornalistas acusados de racismo em grupo de WhatsApp

Um print exibe uma das repórteres comparando os lábios de uma vítima a um ânus e outra usa o termo Patolino, o pato preto da turma do Pernalonga, para se referir a uma colega
Segundo o jornalista e colunista Leo Dias, do UOL, o grupo se chamava Resistência. “Dizem que ele só servia para falar mal das pessoas. As jornalistas trocavam mensagens fazendo comentários maldosos sobre a aparência dos colegas da redação”, afirmou ele. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)
Quatro jornalistas foram demitidos ontem (09), na Record TV Brasília, após o blog ‘Mundo Negro’ divulgar conversas de cunho racista mantidas em um grupo de WhatsApp no qual as profissionais faziam parte.

Segundo o jornalista e colunista Leo Dias, do UOL, o grupo se chamava Resistência. “Dizem que ele só servia para falar mal das pessoas. As jornalistas trocavam mensagens fazendo comentários maldosos sobre a aparência dos colegas da redação”, afirmou ele.

Um print exibe uma das repórteres comparando os lábios de uma vítima a um ânus e outra usa o termo Patolino, o pato preto da turma do Pernalonga, para se referir a uma colega. “Isso é uma vergonha, principalmente se tratando de jornalistas”, comentou Leo Dias.

Após o ocorrido, todas foram demitidas, até mesmo uma que não teceu comentários no grupo, mas o integrava.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal, o crime de injúria racial está previsto no parágrafo 3º do mesmo artigo, trata-se de uma forma de injúria qualificada, na qual a pena é maior, e não se confunde com o crime de racismo, previsto na Lei 7716/2012.

Istoé Gente

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