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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Modelo campinense é destaque na imprensa internacional

Tal empenho foi mais uma vez reconhecido esta semana pela mundialmente renomada revista Harper’s Bazaar Brasil, a marca no mundo da moda existe desde 1867
A surdez não impediu a modelo de trilhar uma carreira internacional. “Nunca sofri preconceito na moda. Só lembro de sofrer um pouco de bullying quando criança, me chamavam de mudinha”, afirma (Foto: reprodução)
Jullie Marie Fonseca é uma modelo internacional, nascida em Campina Grande, Paraíba, com 27 anos, a maior parte desses emprestando sua beleza a lentes de renomados fotógrafos pelo mundo. O que poucos sabem ainda é sua dedicação às causa de inclusão social e em defesa dos animais. Tal empenho foi mais uma vez reconhecido esta semana pela mundialmente renomada revista Harper’s Bazaar Brasil, a marca no mundo da moda existe desde 1867.

Jullie que já estampou diversos editoriais – incluindo um para a Bazaar Arábia –, e trabalhou em países como Dubai, China, Índia, Turquia, África do Sul, Milão e Alemanha, deu uma entrevista em São Paulo a redatora-chefe da revista Bazaar Brasil, Luciana Franca, onde falou da sua carreira, das suas próximas metas, bem como, da sua bandeira de luta em prol da melhoria de vida e superação de preconceitos para com pessoas que sofrem com percas auditivas e em defesa dos animais.

Durante a entrevista a Luciana Franca, Jullie, contou que quando tinha por volta dos 4 anos, sua mãe percebeu que ela tinha a voz um pouco abafada e procurou ajuda. Recebeu diagnósticos errados de autismo, dentre outras debilidades. Até que, um ano depois, um tio que a visitava levantou a hipótese de que a menina poderia ter problemas auditivos. Assim a modelo descobriu ter perda bilateral severa moderada e severa profunda e passou a usar aparelho auditivo. Jullie não lembra ao certo qual foi à primeira coisa que ouviu, mas recorda a emoção de ouvir o barulho da chuva inédito para ela.
Foto: Reprodução
A surdez não impediu a modelo de trilhar uma carreira internacional. “Nunca sofri preconceito na moda. Só lembro de sofrer um pouco de bullying quando criança, me chamavam de mudinha”, afirma. Aos 27 anos. O encontro com Bazaar Brasil aconteceu em São Paulo, uma semana antes de seu embarque para uma nova temporada na África do Sul. “Tenho uma beleza bem democrática, acham que sou de vários países, inclusive da Índia”, diz ela, antes de contar um dos seus planos para o futuro. Autodidata em libras, inglês e espanhol, ela revela que sua próxima meta é aprender híndi. “Quero fazer teste em Bollywood”, dispara. Outro desejo é ser chef de cozinha. “Sou vegetariana desde os 13 anos e penso em estudar gastronomia e abrir um restaurante.”

 É Uma das mais importantes e influentes do mundo, cujo slogan é ser “a fonte de estilo para as mulheres e as mentes bem vestidas”. Mensalmente publica trabalhos de estilistas, escritores, fotógrafos e designers dentro de uma perspectiva sofisticada do mundo da moda, da beleza e da cultura popular.

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