Índice de infestação do Aedes aegypti reduz quase 3% em três meses - Conecta Paraíba

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Índice de infestação do Aedes aegypti reduz quase 3% em três meses

Risco de proliferação das doenças transmitidas pelo mosquito passou de alto para médio, entre outubro de 2019 e janeiro de 2020, diz Secretaria Municipal de Saúde
Índice de infestação do Aedes aegypti cai quase 3% em três meses, em Campina Grande - Foto: Secretaria Municipal de Saúde/Divulgação
O primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Campina Grande, no ano de 2020, apontou uma queda de aproximadamente 2,9% na incidência de focos do mosquito identificados na cidade. O estudo foi realizado entre os dias 6 e 10 de janeiro deste ano.

Em 2020 foram registrados focos em 280 espaços vistoriados, que corresponde a aproximadamente 3,7% da quantidade total. No levantamento anterior, realizado em outubro de 2019, haviam sido identificados 510 focos do mosquito, cerca de 6,6% dos locais inspecionados. Nas duas avaliações, foram visitados 7.729 localidades, entre residências e terrenos.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o novo número aponta que o risco de proliferação das doenças transmitidas pelo Aedes passou de alto para médio.

A pesquisa indicou também que a maior parte dos focos foi localizada em reservatórios que ficam no nível do chão, como baldes, pratos, cisternas e caixas d’água no solo.

Bairros com maiores índices de infestação
Os bairros com menor índice foram o Catolé e o Itararé. Estação Velha, Sandra Cavalcante, Tambor e Vila Cabral também apresentaram um baixo nível de infestação.

Bela Vista, Centenário, José Pinheiro, Mirante, Pedregal, Santo Antônio e Bairro Universitário são os bairros com os maiores índices.

“Apesar do bom índice, que é resultado do trabalho dos agentes em parceria com a comunidade, não podemos nos acomodar. Estamos no Verão, quando o ciclo reprodutivo do mosquito fica ainda mais rápido, então temos que continuar prevenindo, cuidando do lixo, das calhas, das bicas, dos reservatórios”, reforçou o diretor de vigilância em saúde de Campina Grande, Miguel Dantas.

G1 PB

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